Um dia me perguntaram o que eu fui fazer na Índia. Porque os indianos
sempre me encantaram? De onde eu tirei esse "gosto estranho" de gostar
do "estranho".
Será que esse vídeo responde a sua pergunta?
Haverá
o dia em que a maior parte do todo terá a oportunidade de uma tomada de
consciência e perceber que, quando você trabalha o comportamento, no
mínimo o que você conseguirá é mudar a pessoa. Porém, quando você
perceber que ninguém muda com ações impostas, você conseguirá, através
de uma visão crítica, transformar a sociedade, ou seja, você será capaz
de construir outro futuro. Esse é o desafio do momento e a educação pode
dar uma boa contribuição para isso.
Será mesmo que "cada
um deve fazer a sua parte"? Será que está não é uma forma isolada e
individualista de ser pensar e agir? Será mesmo que devemos confiar na
tecnologia para mudar esta realidade?
Atualmente a mídia
diz que você deve fazer a sua parte, mas esquece de dizer que essa parte
não fará nenhum sentido se não estiver dentro de um contexto no
coletivo. Sua ação será um energia desperdiçada caso ela não esteja de
acordo com a engrenagem. Ninguém pode construir um novo futuro de forma
isolada.
Este foi meu momento reflexão após assistir ao vídeo "Diálogos em EA", sugerido por Lucia Glat Jaber.Para compor o "Fala Educador" na aula do curso de extensão, resolvi compartilhar meus questionamentos sobre Educação Ambiental Crítica.
“Mude,
que quando a gente muda o mundo muda com a gente. A gente muda o mundo
na mudança da mente e quando a mente muda, a gente anda pra frente. E
quando a gente manda ninguém manda na gente.” (Gabriel, O Pensador).
